Quem nunca ouviu, pelo menos uma vez, a frase célebre: -
não basta à mulher de César ser honesta; ela tem de parecer honesta - ?
Os politicos especilmente fazem tudo para passar essa imagem desde tempos remotos, antes
mesmo do advento do marketing. Quase todos – Irmãs Dulces e Madres
Terezas à parte - gostam de propagar como são éticos, corretos,
bem-intencionados.
Assim é, se lhe parece - eis outra frase poderosa.
E, como é que pode parecer, se não for demonstrado?
Os tempos são outros
A escravidão hoje, é prática condenada, as mulheres votam, as
opções religiosas e sexuais, a cor da pele e a condição social deixaram
de ser motivos legítimos para discriminação. Pelo menos na letra da lei.
Que instrumentos de pressão, legítimos, fomos capazes de criar, em apoio à lei? Porque há leis que “pegam” e outras que não.
Que tal o Código de Defesa do Consumidor? Pegou? E como !
Que tal o Código Nacional de Trânsito? Até alei da cadeirinha (pelo menos no
nosso bolso), e deve pegar além, (sem propinas) como nossas habilitações para dirigir,
por exemplo. É questão de tempo.
E a lei da ficha limpa? Parece que empatou (ou seria empacou?).
Partidos já começam a reagir ao fenômeno Tiririca
Fenômeno, o palhaço hoje é apontado pelo Ibope como dono de 1 milhão de votos para deputado federal
O fenômeno Tiririca, que hoje é apontado pelo Ibope como dono de 1 milhão de votos para deputado federal, despertou uma reação em alguns partidos políticos, em São Paulo, que se sentem prejudicados e consideram ilegal a estratégia do humorista de fazer campanha com o nome de seu personagem.
No horário eleitoral de ontem vários candidatos fizeram referência a Tiririca tentando alertar o eleitor sobre o risco de optar por este “voto de protesto” e depois se decepcionar com a atuação do deputado.
O presidente estadual do PSB, deputado federal Márcio França, de forma didática, argumentou na televisão que a profissão de palhaço é honesta, mas que na política cada um tem o seu lugar e pediu ao eleitor que vote de forma consciente.
Mas a reação maior será mesmo na Justiça. França está consultando o advogado Helio Silveira, especialista em direito eleitoral, para entrar com representação judicial com as seguintes indagações:
- É possível um personagem ser eleito a um cargo político? É possível fazer campanha como um personagem? O eleitor tem consciência de que quem irá tomar posse é o senhor Francisco Everardo Oliveira Silva [nome verdadeiro de Tiririca]?"
ig
Eu aqui gostaria de fazer a pergunta inversa: é possivel fazer campanha como o candidato mais honesto do mundo e depois fazer essas palhaçadas que nós estamos vendo por ai?
Será que o povo sabe que vota em alguns "cordeirinhos" que irão se transformar corruptos de carteirinha? Se nós soubessemos como eles realmente iriam se comportar (que palhaçada), nós votariamos neles?


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